segunda, 16 de outubro de 2017

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Franquias de construção e reformas comemoram resultados

Franquias de construção e reformas comemoram resultados

20, set 2017

Quedas da inflação e do Índice Nacional de Custo da Construção Civil, aliadas às férias e aos saques de contas inativas do FGTS, impulsionaram serviços e comércio do setor em julho

Positivo e motivador para os próximos períodos. Essa é a percepção de algumas redes de franquias do segmento de construção e reformas em relação ao fechamento do balanço do último mês de julho. É o caso da Master House Manutenções e Reformas, rede com quase 70 unidades espalhadas pelo país. A empresa sentiu os reflexos de alguns fatores importantes que fizeram o número de serviços de reparos – principalmente residenciais – crescerem no período. A rede Casa do Construtor, que conta com 250 franquias distribuídas pelo Brasil, também sentiu os efeitos positivos do mês, registrando um faturamento recorde: 17,2 milhões de reais.

Segundo especialistas, os resultados positivos se devem a basicamente quatro motivos: o Índice Nacional de Custo da Construção, que caiu de 1,36% (junho) para 0,22% (julho), a inflação em baixa (IPCA negativo em 0,23%), o período de férias e o alto número de saques das contas inativas do FGTS. Segundo o engenheiro Allan Comploier, diretor-fundador da Master House Manutenções e Reformas, mais pessoas estão aproveitando para fazer obras em suas casas, escritórios ou comércios. “Além de todos esses fatores, já há uma sensação de confiança na economia, ainda que tímida. O que comprova isso é que houve também aumento nas vendas de materiais de construção durante julho, de 4% em relação ao mês anterior”, ressalta.

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Os números dos primeiros sete meses do ano também demonstram melhoras. Segundo a Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), comparado ao mesmo período de 2016, o setor cresceu 3%. “Importante lembrar que, geralmente, o segundo semestre representa a melhor fase no ramo de obras, o que nos dá uma ótima perspectiva”, completa Comploier.

Para Camila Pacheco, sócia-diretora da Blue Numbers, o mercado começa a reagir, mesmo que ainda de forma discreta. “Com os juros caindo, desemprego e inflação estabilizados, o crédito tende a começar a subir. Tudo isso movimenta a economia e faz a credibilidade geral aumentar. Mas tudo isso é muito inicial e não justifica, por si só, esse aquecimento. Pequenos negócios, nesses momentos, são favorecidos, pois conseguem atender de forma mais personalizada e rápida, com menos burocracia. Empreendedores também mudaram a postura e viabilizaram condições comerciais mais agressivas. Esse reposicionamento na prestação de serviços e o consumidor mais confiante começam a refletir no consumo. É o início de um período de recuperação”, prevê.

Na Master House Manutenções e Reformas, o volume de solicitações de orçamentos cresceu 37% em julho na comparação com junho, chegando a mais de 2 mil contatos. A taxa de conversão ficou em 22% desse volume.

Segundo Fábio Spina, gerente de operações da Casa do Construtor, o bom desempenho é consequência da implantação de novas ferramentas de gestão, capacitação contínua da equipe e do direcionamento das vendas para o varejo. “No primeiro semestre desse ano, a participação de pessoas físicas (varejo) no faturamento da rede foi de 28% contra 18% em relação ao mesmo período em 2016”, revela. “Mesmo com a crise e a paralisação de grandes obras no país, a franquia mostrou que as pequenas construções, principalmente o setor de manutenção e reformas, possui demanda constante e crescente”, completa.

Na rede Help Home, os franqueados conseguiram aumentar o faturamento médio mensal. Em julho de 2016, a receita de cada unidade ficou em torno de 43 mil reais, enquanto que, neste ano, a média aumentou para 50 mil reais.

Franquias novatas surfam a onda

Recém-chegada ao mercado de franquias, a Massiva Cursos da Construção já começou a aproveitar a boa fase do segmento. De acordo com a franqueadora, as duas escolas da marca cresceram 16% em relação ao ano passado, comparando com os meses de junho e julho do ano passado. Em relação aos meses anteriores desse ano, o aumento foi de 20%. “Os profissionais estão buscando cursos mais rápidos e que gerem oportunidades mais imediatas de trabalho, como instalador de alarmes, câmeras e cercas elétricas. Destaco também atividades de eletricista, pedreiro, instalador de porcelanato líquido, pintor de paredes e operador de máquinas pesadas”, analisa Ádamo Peçanha, diretor da rede.

Outra franquia acaba de chegar ao franchising brasileiro, acreditando na retomada da economia e, consequentemente, do setor de reparos e reformas. A Chama o Seu Zé ainda não possui unidades em operação, mas se diferencia pelo fato de oferecer uma ampla gama de serviços além do tradicional marido de aluguel, como profissionais para assistência técnico emergencial em automóveis, compras em estabelecimentos comerciais, lavagem de veículos e limpeza residencial, cuidados com pets, descartes de móveis e equipamentos eletrônicos e suporte para assuntos relacionados à informática.



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