domingo, 23 de abril de 2017

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Os desafios de se trazer uma franquia internacional para o Brasil como master-franqueada

Os desafios de se trazer uma franquia internacional para o Brasil como master-franqueada

29, jun 2016

Segundo Sylvia de Moraes Barros, a experiência com a franqueadora inglesa dissipou a ilusão de que, para ser um máster-franqueado, basta gerenciar a reprodução de modelos já existentes

A trajetória profissional de Sylvia Moraes de Barros está intimamente ligada aos desafios enfrentados por ela no processo de consolidar-se como máster-franqueada da escola de inglês para crianças The Kids Club no Brasil. E engana-se quem imagina que para seguir este caminho a empresária precisou apenas de implantar modelos prontos, multiplicando um método já estabelecido aos seus franqueados. “O marcado brasileiro é muito singular e foram necessários alguns anos até que tivéssemos a compreensão de como fazer o negócio ser, ao mesmo tempo, sustentável financeiramente e uma referência de excelência no ensino de inglês para crianças”, conta a máster-franqueada.

O percurso de construção da carreira como máster-franqueada teve início ainda na juventude. Sylvia fez o colégio nos Estados Unidos, experiência que a levou a aprofundar os seus conhecimentos na língua inglesa. Ao retornar ao Brasil, com 17 anos, escolheu começar a atuar como professora em uma escola de línguas, ofício pelo qual se apaixonou. “Uma coisa que começou a me intrigar foi o fato de as escolas de inglês não serem destinadas a crianças pequenas. Percebi que este era um serviço ainda muito deficiente no Brasil”, explica a empresária. Com este questionamento em mente, aproximadamente aos 20 anos, Sylvia começou a buscar possibilidades de oferecer um serviço de qualidade a esta faixa etária. Foi quando conheceu, através de um amigo, a PCM Franchising, empresa que buscava máster-franqueados para a The Kids Club no Brasil.

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A ideia de poder implantar no país uma rede de franquias voltada exatamente ao público infantil levou a empresária até à Inglaterra, onde pode conhecer de perto o método, as práticas e também o modelo de negócio da franqueadora The Kids Club. De volta ao Brasil, Sylvia deu o pontapé inicial ao negócio. Mas, lembra que os primeiros anos foram bastante difíceis exatamente por conta das necessidades específicas do marcado brasileiro. “Aos poucos, fomos entendendo que era preciso agir com certa autonomia em relação à franqueadora inglesa para o negócio efetivamente prosperar por aqui”, conta a empresária. A persistência, as adaptações e o amadurecimento da relação com a franqueadora permitiram que o negócio aos poucos começasse a dar frutos. Hoje, a The Kids Club conta com mais de 100 unidades franqueadas espalhadas por todo o Brasil.

Toda esta vivência no posto de máster-franqueada trouxe algumas lições que hoje regem o trabalho realizado pela empresária, sobretudo no que se refere à relação com seus próprios franqueados. “No meu processo como máster-franqueada, muitas vezes eu senti que não tinha todo o suporte que necessitava para estruturar o negócio. Por isso, parti para uma relação mais autônoma com a franqueadora, de forma a ter espaço para a tomada de decisões em relação ao que melhor funciona para a nossa realidade. Procuro agir de maneira diferente com os nossos franqueados brasileiros: sinto que preciso estar sempre um passo adiante em relação àquilo que eles possam vir a precisar, para que se sintam seguros e aptos a desenvolver o seu trabalho da melhor maneira”, completa Sylvia.



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